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Michael Jackson era viciado em remédios desde 1984, diz jornal

26 jun 2009 - 20h06
(atualizado às 20h19)
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Michael Jackson era viciado em analgésicos prescritos desde 1984, quando sofreu uma queimadura de segundo grau no set de um comercial da Pepsi, segundo histórico feito pelo jornal britânico Daily Mail.

Em 1993, depois de sofrer um acidente durante os ensaios de uma turnê, Jackson passou a utilizar Demerol, produto farmacêutico com intensa capacidade sedativa (semelhante à morfina). Segundo familiares, ele nunca deixou de usar a droga, mesmo quando já tinha se curado das fraturas.

Nesta época, quando Jackson ficou afastado da mídia, teria utilizado medicamentos para controlar a ansiedade, como Valium, Lorazepam e Alprazolam. No mesmo ano, de acordo com fontes da família, ele teria passado um período numa clínica de reabilitação.

Nos últimos anos, o cantor teria refeito uma cirurgia plástica no nariz, devido às dificuldades que tinha para respirar. Por volta de 2003, rumores de que ele usava um "nariz postiço" começaram a pipocar na mídia, reforçados por um documentário exibido na TV americana.

Também se comentava que Jackson não estava muito bem de saúde. Em julho de 2008, ele pediu uma cadeira de rodas para passear por um shopping em Los Angeles. As fotos foram publicadas em vários sites e jornais.

Um familiar do astro, que pediu ao Daily Mail para não ser identificado, contou que Michael Jackson estava extremamente magro. Ele teria se recusado a almoçar e fazer refeições periódicas por acreditar que isso afetaria sua forma física, especialmente depois que completou 50 anos.

Pressão para voltar

Por ter uma dívida de mais de US$ 500 milhões, familiares e produtores teriam convencido Michael Jackson a voltar aos palcos para conseguir arrecadar dinheiro. O anúncio dos shows foi feito em março deste ano. Foram marcadas 50 datas, espaçadas, para que ele não fosse obrigado a se apresentar em dias consecutivos.

Quando surgiram rumores de que o cantor sofria de um câncer de pele, o promotor Randy Philips disse que "daria seu corpo antes de dizer que Michael Jackson não estava em plena forma."

Para alguns colegas próximos, no entanto, Jackson estava devastado com a imagem que tinha na mídia, depois das constantes mudanças que fez em seu corpo. A última acusação de abuso sexual, em 2005, teria lhe causado depressão, mais um dos motivos para o aumento do uso de drogas prescritas.

Assim que anunciou as datas do novo show, Jackson reclamou de dores nas costas, mas, ainda segundo o Daily Mail, ele estava disposto a mostrar ao mundo que "era capaz de fazer um grande espetáculo mais uma vez". Os ensaios começaram em abril deste ano.

No ano passado, mesmo precisando promover sua carreira, Jackson se recusou a participar da comemoração oficial dos seus 50 anos de idade e do lançamento de uma edição especial do disco Thriller.

Adeus ao rei do pop
Os rumores sobre a morte de Michael Jackson começaram a aparecer por volta das 13h (horário de Los Angeles), 17h em Brasília, da última quinta, 25 de julho, quando uma ambulância foi chamada para socorrer o cantor em sua casa, no bairro de Bel Air. Momentos depois da chegada de Jackson ao UCLA Medical Center, o site de celebridades TMZ publicou a notícia de que o cantor havia morrido. Em seguida, o jornal Los Angeles Time confirmou a informação. A morte de Jackson só foi oficialmente divulgada por volta das 15h (19h em Brasília), quando o Instituto Médico Legal da cidade confirmou a morte do ídolo pop. O tenente Fred Corral, porta-voz do IML local, disse à rede de televisão CNN que Jackson foi declarado morto às 14h26 (18h26 em Brasília).

michael jackson, de óculos escuros, int e atomo
michael jackson, de óculos escuros, int e atomo
Foto: Getty Images
Fonte: Redação Terra
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