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Júnior Lima briga na Justiça com empresário; entenda

Júnior Lima está envolvido em uma disputa judicial com um empresário Décio Yoshimoto

20 fev 2026 - 12h50
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O embate judicial envolvendo Júnior Lima e o empresário Décio Yoshimoto ganhou novos desdobramentos e passou a repercutir após revelação da coluna de Fábia Oliveira do Metrópoles. No centro da disputa está um imóvel alugado pelo músico e uma cobrança que gira em torno de R$ 100 mil. Segundo a publicação, o processo foi movido por Yoshimoto, que aponta quebra contratual após a saída antecipada do artista da propriedade.

Júnior Lima briga na Justiça com empresário; entenda / Reprodução: Globo
Júnior Lima briga na Justiça com empresário; entenda / Reprodução: Globo
Foto: Contigo

De acordo com a ação, Júnior Lima teria encerrado o contrato antes do prazo mínimo estipulado, alegando que o imóvel apresentava problemas graves de umidade e mofo, o que o tornaria "inabitável" e prejudicial à saúde. No contrato, Xororó e Noely, pais do cantor, figuram como fiadores. O empresário sustenta que a rescisão gerou multa e outros encargos, totalizando aproximadamente R$ 100 mil. Já o músico e seus pais contestam a cobrança, afirmando que a penalidade é indevida e solicitando a suspensão da exigência até o julgamento de recurso.

Perícia e testemunhas no centro do caso

Documentos obtidos pela coluna indicam que o juiz responsável determinou a realização de perícia técnica no imóvel. O especialista deverá avaliar se as infiltrações e o mofo têm origem estrutural ou se resultam de fatores externos. Também caberá ao perito esclarecer se o local oferecia risco à saúde ou apresentava condições de inabitabilidade no momento em que o cantor e sua família deixaram a residência, além de verificar se os supostos vícios já existiam na formalização do contrato.

Paralelamente, nesta quinta-feira (19/2), Décio Yoshimoto solicitou que testemunhas sejam ouvidas. Ele argumenta que os depoimentos poderão comprovar que o imóvel não se encontrava impróprio para moradia e que a estrutura estava preservada durante a locação. O empresário ainda defende que os relatos ajudarão a esclarecer o estado em que a propriedade foi devolvida e sustenta que os danos mencionados pelo artista decorreriam de uso inadequado ou de tentativa de evitar a multa contratual.

Contigo Contigo
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