Ex-Fama se casa, abandona carreira e se torna empresária, diz jornal
4 nov2012 - 09h35
(atualizado às 09h39)
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Cídia Luize, terceira colocada no Fama 3, da Globo, em 2004, seguiu carreira após deixar o programa ao lado do então namorado Dan Torres, também participante do reality show musical. Juntos, eles emplacaram vários sucessos em novelas da emissora e fizeram muitos shows pelo Brasil. Mas o casal decidiu por um ponto final na dupla e no relacionamento em 2008. Em entrevista a coluna Retratos da Vida, do jornal Extra, a cantora contou que abandonou a carreira, se casou e se tornou empresária.
Ela e o marido, o analista de sistema Cristiano, abriram uma loja de chocolates no Rio de Janeiro. Cídia chegou a iniciar a faculdade de Veterinária, mas desistiu. A agora empresária, disse que não foi fácil abandonar a música, mas que tomou a decisão porque não concordava com a postura das gravadoras. Aos 27 anos, Cídia disse que está feliz com suas escolhas e que não mantém mais nenhum contato com o ex, Dan, que também se casou e segue na carreira musical.
Cidia e Dan se conheceram no extinto reality show Fama e terminaram suas participações em 3º e 4º lugar. A dupla se uniu em 2005 e se desmanchou em 2008, junto com o fim do romance. Chegaram a ganhar disco de ouro, com mais de 50 mil cópias vendidas, mas hoje não se ouve mais falar dos cantores
Um dos viadutos da Avenida Nove de Julho, no centro de São Paulo, ganhou novas cores neste final de semana, com um grafite feito por Mariana Pavanelli, Arlindo Cristiano e João Cobra
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
A música foi a base da inspiração da arte
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
"Fizemos o projeto Sonarte, totalmente musical, para um mural do centro de São Paulo, e apresentamos ao Terra, que apoiou a viabilização", contou o trio de artistas
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
As ondas sonoras foram a grande inspiração para o desenho, com alcance suave e solos agudos de guitarra
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Para os artistas, ter a rua como espaço para suas criações ajuda no momento de criar e inovar. "Nos inspiramos em tudo. Estou ouvindo um som no meu fone de ouvido e, ao mesmo tempo, passa um ônibus ou alguém lata. Tudo isso é música e ajuda a criar"
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Mariana Pavanelli, única mulher do grupo, contou que grafita há quatro meses
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Eles chamaram atenção no centro de São Paulo
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Os artistas durante execução da obra
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Na foto, o grafite ainda estava pela metade na parede de um dos viadutos da Avenida Nove de Julho
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Arlindo Cristiano, Mariana Pavanelli e João Cobra falaram também sobre a burocracia para conseguir uma autorização para realizar grafites pela cidade. "Hoje, para conseguir um espaço desses, temos que levar um projeto para a subprefeitura de São Paulo e para a SP urbanismo"
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Já pronta, a arte chamou atenção de quem passava pelo centro da capital paulista
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
João Cobra, Mariana Pavanelli e Arlindo Cristiano, responsáveis pelo grafite