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É grave? Médico revela detalhes sobre diagnóstico de Maria Flor, filha de Virginia

Médico Miguel Liberato explica e revela detalhes sobre diagnóstico de Maria Flor, filha da influenciadora Virginia Fonseca

12 abr 2025 - 16h45
(atualizado em 12/5/2025 às 12h00)
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A influenciadora Virginia Fonseca revelou que a filha Maria Flor foi diagnosticada com conjuntivite. A pequena apareceu com olhos avermelhados e inchados nos stories da mãe.

Virginia com a filha Maria Flor
Virginia com a filha Maria Flor
Foto: Reprodução/Instagram / Márcia Piovesan

Em entrevista à CARAS Brasil, o endocrinologista pediátrico Miguel Liberato se manifestou e revelou detalhes sobre a doença. Segundo o especialista, a conjuntivite é um processo inflamatório. "É uma inflamação da camada superficial e transparente que recobre a parte branca do olho e, diante dessa inflamação, ocorre a vermelhidão da região branca do olho. Por isso, a principal característica da conjuntivite é a parte branca do olho ficar vermelha. Pode estar acompanhada ou não de secreção", disse.

Em seguida, ele completou: "Além disso, a conjuntivite também pode ser causada por alergia, ou seja, por uma reação alérgica, o que chamamos de conjuntivite alérgica; ou ainda pelo contato com alguma substância química, a conjuntivite química. Na maior parte das vezes, quando é uma conjuntivite causada por vírus e altamente contagiosa, o tratamento é suporte, limpeza local, compressa gelada e lavagem dos olhos. Já quando é causada por bactérias, podemos prescrever o uso de colírios de antibiótico e, quando possuem causa alérgica, o uso de anti-alérgicos é uma opção para o tratamento".

Como prevenir?

Miguel ressaltou que, por a maior parte das conjuntivites ser de causa infecciosa, bactéria ou vírus, a medidas de prevenção é a higienização. "E nos casos de quem usa lente de contato, sempre ter um armazenamento adequado das lentes, além de não compartilha-las. Como a maior parte dos casos de conjuntivite se trata de um processo infeccioso, de contato direto, a prevenção consiste em bloquear a chegada desse vírus ou dessa bactéria até o olho, sendo a higienização adequada de mãos e objetos a melhor solução", reforçou.

"As crianças acabam tendo uma propensão maior ao contágio porque elas têm uma noção de higiene pessoal menor. Acabam levando mais a mão aos olhos, e possuem um contato interpessoal maior do que os adultos (...). Tudo isso abre espaço para a contaminação", concluiu.

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Uma publicação compartilhada por Virginia Fonseca Serrão Costa (@virginia)

Márcia Piovesan
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