Carlos revela piora em estado de saúde do pai, Jair Bolsonaro
Na papudinha, Carlos Bolsonaro revela que o ex-presidente está com a saúde bem prejudicada e precisa ser monitorado pela equipe médica
O ex-vereador Carlos Bolsonaro revelou sobre o estado de saúde delicado do ex-presidente Jair Bolsonaro, seu pai, e contou sobre o problema de saúde que teve nessa segunda-feira (16), onde ele havia passado mal e precisado de atendimento médico urgente.
Preocupação da família
Em sua conta no X, antigo Twitter, Carlos declarou: "Fui informado, há pouco, que o presidente Jair Bolsonaro passou mal novamente hoje à tarde e segue sendo monitorado após o ocorrido. Infelizmente, não tenho mais informações! Sem palavras!", anunciou preocupado.
Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, também comentou sobre a saúde de Jair, afirmando que o marido teve um pico de pressão durante uma caminhada. "Falei com o comandante do 19º Batalhão e, graças a Deus, a pressão do meu amor estabilizou", escreveu de acordo com o Correio Braziliense. Ela revelou que o ex-presidente teria sido atendido por um médico plantonista e já teria retomado sua rotina com as sessões de fisioterapia.
Sem mais detalhes
Sem mais informações sobre o pai, Carlos não revelou o motivo de Bolsonaro ter passado mal, também não se tem notícias se ele foi levado ao hospital para realizar exames.
O ex-presidente cumpre pena na sala, conhecida como Papudinha após ter sido condenado no fim de 2025 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
Ainda que esteja preso, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, liberou que Bolsonaro receba atendimento médico, os profissionais autorizados devem prestar assistência médica integral a Bolsonaro, 24 horas por dia.
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Flávio Bolsonaro afirma que vai acionar TSE contra Lula
O desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí ultrapassou o universo do Carnaval e ganhou espaço no noticiário político nacional.
A escola apresentou na avenida uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhada de críticas à oposição e mensagens direcionadas a apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. A exibição, transmitida para todo o país, gerou reações imediatas e levantou debate sobre os limites entre manifestação cultural e posicionamento político.
A resposta mais contundente veio do senador Flávio Bolsonaro (PL), que se movimenta como possível pré-candidato à Presidência em 2026. Pelas redes sociais, ele afirmou que pretende acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), anunciando que irá protocolar uma ação contra o que classificou como "crimes do PT na Sapucaí".
O parlamentar também acusou Lula de promover "campanha antecipada" com uso de dinheiro público — argumento que passou a ser reforçado por outros integrantes da oposição. O episódio reacende discussões sobre liberdade artística, financiamento público da cultura e os limites legais da propaganda eleitoral fora do período oficial de campanha.