Autópsia de Juliana Marins: novo exame aponta 'hemorragia significativa', ferimentos no corpo e tempo estimado entre queda de vulcão e morte da turista
Juliana Marins morreu pouco tempo após sofrer nova queda em um vulcão na Indonésia, descartando um quadro de sofrimento prolongado e hipotermia. Turista brasileira teve ainda várias fraturas
Juliana Marins morreu pouco tempo após cair pela segunda vez no monte Rinjani, na Indonésia, em cerca de 20 minutos. Se descartou dessa forma que a brasileira tenha passado por um longo tempo agonizando à espera de socorro, mas não se cravou o dia exato da morte. A turista sofreu várias fraturas, indicou a autópsia divulgada nesta sexta-feira (27), quase uma semana após o acidente.
A morte de Juliana, 26 anos, foi confirmada na terça-feira, quando as tentativas de resgate à publicitária entraram no quarto dia depois de condições climáticas adversas impedirem os trabalhos. Vários profissionais entraram em ação e conseguiram após 7h resgatar a jovem. A primeira queda foi no sábado e na segunda-feira, Juliana já havia sido filmada sem movimentos.
Ainda não se sabe quando o corpo da turista será transladado para o Brasil: o ex-jogador Alexandre Pato, o prefeito de Niterói (RJ) e o governo federal, nessa ordem, prometeram arcar com os custos. Com isso, datas de velório e sepultamento (ou cremação) seguem indefinidos.
'Julian Marins sofreu hemorragia significativa'
Legista do Hospital Bali Mandara, em Denpasar, na Indonésia, Ida Bagus Putu Alit foi enfática: "Trabalhamos com fatos. E os fatos indicam que a vítima não sobreviveu por muito tempo depois do trauma". A profissional indicou ainda os sinais que apontam para uma morte em pouco tempo após a queda, o que poderia ter inviabilizado qualquer tipo de socorro.
"Estimamos que, no máximo, 20 minutos depois do trauma, ela já não apresen...
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