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Antes de ser preso, Hytalo Santos levou duas 'filhas' adolescentes para fazer cirurgia em SP

Dias antes de ser preso, influenciador Hytalo Santos levou duas 'filhas' adolescentes para fazer cirurgia em SP: 'Lipo e retirada de costelas'

19 ago 2025 - 18h12
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Hytalo Santos
Hytalo Santos
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

O influenciador Hytalo Santos, que mora em Paraíba, levou Kamylinha e Danynha para Carapicuíba, em São Paulo, dias antes de ser preso. As duas, que completaram 18 anos recentemente, iriam ganhar festas de aniversário e presentes. 

Dez dias antes da prisão, o famoso chegou a mostrar a rotina de maratona de exames pré-cirúrgicos. Elas fariam lipoaspiração no abdômen e Kamylinha iria retirar uma costela para ficar , segundo Hytalo, com "a cinturinha da Barbie", além de fazer preenchimento labial e trocar o megahair. 

Juiz mantém presos Hytalo Santos e marido

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (19) manter a prisão preventiva do influenciador Hytalo Santos e de seu marido, Israel Natã Vicente. O casal foi detido no último dia 15 de agosto em Carapicuíba, interior de São Paulo, e deve ser transferido para João Pessoa, na Paraíba, onde o processo tramita. A decisão repercutiu fortemente. 

Segundo informações do portal LeoDias, a corte rejeitou o pedido de habeas corpus apresentado pelos advogados de defesa. A defesa dos influenciadores alegou que a prisão teria sido decretada de forma precipitada, motivada pela repercussão nas redes sociais e por pressão popular. Os advogados afirmaram ainda que não havia risco de fuga e que o casal não possuía restrições para se deslocar fora da Paraíba antes da prisão.

Entretanto, o ministro Rogério Schietti Cruz, relator do caso no STJ, rechaçou os argumentos da defesa. Ele destacou que a decisão não foi automática nem fruto da pressão midiática. O ministro apontou que a Justiça da Paraíba identificou "gravidade concreta" nos fatos investigados.

Hytalo Santos e Israel Natã, também conhecido como Euro, são suspeitos de exploração sexual e econômica de adolescentes, além de tráfico de pessoas e produção de conteúdo sexualizado envolvendo menores. O ministro frisou ainda o risco de destruição de provas e a necessidade de preservar a instrução criminal, reforçando que a prisão preventiva se mostra proporcional diante da gravidade das acusações. 

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