Wish: Esta é a autocrítica sombria que a Disney fez em seu próprio filme
Em seu mais recente filme de animação, a Disney surpreende com uma crítica de si mesma. Explorando terrenos inusitados, o filme revela um posicionamento que lança luz sobre aspectos polêmicos do próprio mundo mágico da Disney.
Já se passaram 100 anos desde que Walt Disney criou a The Walt Disney Company, a gigante da animação 2D. Personagens originais como Mickey Mouse, Pato Donald e Pateta ajudaram a tornar o estúdio um titã da indústria, e filmes como Branca de Neve e os Sete Anões, Cinderela e A Bela Adormecida consolidaram sua influência nas bilheterias.
Quando chegou o 100º aniversário desses desenhos originais, a empresa havia disparado e se tornado uma corporação gigantesca, que possui muitas outras marcas (de Marvel Studios à Pixar e Lucasfilm). Caso você tenha perdido, a Disney agora tem os títulos de tantas propriedades intelectuais que pode fazer você girar a cabeça: Star Wars, Indiana Jones, X-Men, Vingadores, Os Muppets, Mary Poppins, Os Simpsons, e a lista continua...
E para comemorar esses 100 anos de aquisição de propriedades intelectuais para construir seu "Reino Mágico", o estúdio lançou recentemente Wish: O Poder dos Desejos, um filme de animação que questiona a condição moral em relação ao acúmulo de propriedades intelectuais e porque a única coisa certa que os governantes de um reino mágico podem fazer, é devolvê-las aos seus proprietários originais.
O novo filme de animação da Disney questiona seu próprio poder
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