Se você assistir a este filme coreano de outro jeito, estará assistindo errado: Uma comédia ácida que polemizou e foi parar nos tribunais
Exibido no Festival do Rio 2023, Cobweb tem um elenco repleto de estrelas e é um filme sobre cinema.
O Festival do Rio 2023 segue a todo vapor e na tarde de ontem (8), tive o prazer de assistir a um filme coreano impressionante que passou por Cannes antes de vir para o Brasil. Estou falando de Cobweb (Geomijip, no original), uma comédia ácida que satiriza a magia do cinema, a tentativa de criar algo genial para ter o ego massageado e todos os imbróglios de um set de filme.
A história acompanha Kim Kiyeol, interpretado por Song Kang Ho (Parasita), um diretor de cinema que começa a ter sonhos vívidos após terminar de gravar seu longa-metragem mais recente. Acreditando ter um sucesso em sua mente, ele decide reescrever e regravar um final alternativo para tornar seu filme em uma verdadeira obra-prima.
Em dois dias, ele precisa fazer as regravações, mesmo que o filme não tenha sido aprovado pela censura e os atores, com agenda apertada e já envolvidos em outro projeto, não entendam o novo desfecho da trama.
Cobweb tem maneiras particulares de ser assistido e eu indico uma que deu super certo para mim e tornou a experiência ainda melhor: você tem que prestar atenção na história do filme que está sendo refeito na tela (o corte final), as cenas que estão sendo gravadas no set dentro do filme e, também, no próprio longa-metragem que você foi ver no cinema — o Cobweb, de fato. O enredo é tão impressionante justamente porque são três em um.
Dirigido por Kim Jeewoon, o elenco do filme é formado por grandes estrelas como Jeon Yeo Been (Vincenzo), Krystal Jung…
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