Wagner Moura 'agradece' Bolsonaro pela existência do filme 'O Agente Secreto'
Em entrevista ao talk show americano The Daily Show, o ator brasileiro também contou como foram as comemorações pós-Globo de Ouro
Durante o programa, ao explicar o período da ditadura brasileira (1964 -1985) Wagner Moura criticou a Lei da Anistia de 1979:
"Existem coisas que não podem ser esquecidas e nem perdoadas. O Brasil está, finalmente, superando um problema de memória ao mandar para prisão pela primeira vez pessoas que atentaram contra a democracia. O próprio Bolsonaro está na prisão. O Bolsonaro jamais teria existido politicamente se não fosse a anistia", afirmou o ator aplaudido pela plateia.
Globo de Ouro
Na entrevista, Wagner Moura falou sobre a comemoração pela vitória no Globo de Ouro como melhor ator em um filme de drama. "Meus amigos estavam lá e nós celebramos com muito samba". contou o ator.
"Estávamos procurando algumas caipirinhas, mas elas não estavam muito boas. Então, eu fui procurar alguma vodca com água tônica para matar a vontade", acrescentou.