No teatro, empregada faz sucesso há mais de 20 anos
Quando se fala em empregadas de sucesso na televisão, não se pode esquecer de Olímpia, da peça
Trair e Coçar É Só Começar. Ela é, certamente, responsável por esse
boomde domésticas roubando a cena. Há mais de 20 anos em cartaz, essa comédia leva ao palco inúmeras hipóteses de adultérios provocadas por equívocos e confusões de Olímpia, uma empregada muito atrapalhada.
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A partir daí Olímpia acaba envolvendo um casal de amigos, o síndico do prédio e sua mulher, um vendedor de jóias e até um padre em suspeitas de adultérios. Depois de armada toda a confusão, a empregada começa a tirar vantagem da situação.
Várias atrizes já estiveram na pele da doméstica atrapalhada nesses anos todos. A precursora delas foi Marilu Bueno, na primeira montagem da peça em 1986. Depois, nas inúmeras renovações de elenco, vieram, entre outras, Renata Laviola, Vick Militello, Iara Jamra, Clarisse Derzié, Carla Fioroni, Denise Fraga e Anastácia Custódio.
Em 2006, ano em que se comemorou os 20 anos do espetáculo, o texto foi adaptado para o cinema. Adriane Esteves deu vida a Olímpia nas telonas, com direção de Moacyr Góes.
Escrita por Marcos Caruso, a peça é considerada um dos maiores sucessos de público no Brasil. Trair e Coçar já foi vista por mais de 5,5 milhões de espectadores em mais de nove mil apresentações pelo país e tem quatro menções no Guiness Book, o livro dos recordes.