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Eles descobriram por acaso que tinham obras de arte em casa; conheça histórias

Caso recente de obra de Modigliani relembra histórias de pinturas de Picasso e Van Gogh encontradas por acaso

3 fev 2025 - 11h57
(atualizado às 12h52)
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Eles descobriram por acaso que tinham obras de arte em casa; conheça histórias
Eles descobriram por acaso que tinham obras de arte em casa; conheça histórias
Foto: Reprodução/Instagram

Quadros de feira de rua, acervos pessoais e até a apreensão de um cofre: as obras autênticas encontradas por acaso atiçam a curiosidade de quem é interessado por arte.

O caso mais recente ocorreu com uma obra de Amedeo Modigliani (1884-1920) que foi comprada por um colecionador italiano em um mercado de pulgas na França há 15 anos.

A notícia foi publicada pelo jornal italiano Il Resto del Carlino na última sexta-feira, 31, quando a autenticidade foi confirmada.

O pintor ficou conhecido por seus retratos de figuras com rostos e pescoços alongados, e, apesar de a obra não ser assinada, possuía um selo de uma loja que fornecia produtos para artistas em Montmartre, bairro parisiense em que Modigliani vivia.

O selo foi um alerta para Paolo Guzzini, empresário e colecionador que comprou a pintura por acaso. Ele procurou o Arquivo da Fundação Amedeo Modigliani, em Roma, que confirmou a autoria do quadro.

A tela, segundo a entidade, retrata Mario Cavalieri, amigo que o pintor conheceu em Veneza e que o hospedou na juventude. Ela seria, alegadamente, uma das primeiras pinturas realizadas por Modigliani após chegar em Paris. Confira a versão completa da história aqui.

Picasso e sua musa

Em 2024, uma obra de Picasso (1881-1973) também foi encontrada por acaso em uma vila em Capri, no sul da Itália. Ela ficou cerca de 50 anos pendurada na parede de um negociante de artigos usados no local.

Buste de Femme Dora Maar, como é intitulada a pintura, repousou na casa do vendedor desde a década de 1960, quando seu filho suspeitou de alguns detalhes da obra e resolveu checar a autenticidade.

As investigações historiográficas atribuíram o quadro a uma das musas de Picasso, Dora, e datou que teria sido feito entre 1940 e 1950. O jornal Il Giorno, que investigou a história, afirmou à época que o valor do retrato seria de 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 60 milhões, na cotação atual).

Van Gogh na Espanha

O último caso, mais antigo, ocorreu em 2014, quando a apreensão de cofres bancários pela Fazenda Pública espanhola em outubro de 2013 resultou na descoberta de Campestre, Céu e Campo.

A pintura de Van Gogh era, segundo o proprietário do cofre, de um colecionador estrangeiro cuja identidade não foi identificada. O jornal El Mundo noticiou a descoberta do quadro, cuja comprovação de autenticidade foi realizada, a mando da Fazenda, pelo Ministério da Cultura e pela Direção-Geral de Patrimônio da Espanha.

Estadão
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