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Quando Jeff Bezos demitiu CEO da Blue Origin há dois anos, SpaceX estava anos à frente; hoje, isso é história.

Dave Limp revitalizou empresa de Jeff Bezos desde sua chegada, no fim de 2023

5 jan 2026 - 12h18
(atualizado em 5/1/2026 às 16h15)
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Foto: Xataka

O fato mais surpreendente sobre a Blue Origin é que ela foi fundada antes da SpaceX. Obcecado pelo espaço desde a infância, Jeff Bezos vislumbrou o potencial da indústria aeroespacial e começou a vender milhares de ações da Amazon para construir uma empresa de foguetes. Ele fundou a Blue Origin em 2000, quando seu patrimônio líquido era de cerca de US$ 6,1 bilhões.

Dois anos depois, um jovem Elon Musk, obcecado com a conquista de Marte, investiu US$ 100 milhões (mais da metade do que tinha com a venda do PayPal) na fundação da SpaceX. Quem imaginaria que a empresa que acabaria revolucionando o setor seria a do excêntrico empresário sul-africano e não a do CEO da Amazon, que multiplicou sua fortuna por 30?

O gigante adormecido

Por quase duas décadas, a Blue Origin foi alvo de piadas na indústria: uma empresa financiada com recursos infinitos que vendia viagens suborbitais de 15 minutos para milionários, mas que, na hora de alcançar a órbita, só produzia apresentações em PowerPoint e processos judiciais para impedir seus concorrentes.

A Blue Origin tinha consciência de sua aparente lentidão diante da SpaceX, a ponto de adotá-la deliberadamente como seu lema. O brasão da empresa inclui duas tartarugas e uma frase em latim que Jeff Bezos defendeu publicamente com orgulho: Gradatim Ferociter, "passo a passo, ferozmente".

Mas, embora projetos como os potentes motores BE-4 e o foguete reutilizável New Glenn estejam em desenvolvimento há anos, a realidade é que a Blue Origin só acelerou...

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