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Após ataque dos EUA, Musk anuncia que Starlink oferecerá internet gratuita para Venezuela

A Starlink tem sido utilizada em regiões afetadas por conflitos ou crises para garantir acesso à comunicação

4 jan 2026 - 11h08
(atualizado às 11h14)
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Resumo
Elon Musk anunciou que a Starlink fornecerá internet gratuita na Venezuela por um mês, após ataque dos EUA, para apoiar a população local.
Donald Trump e Elon Musk
Donald Trump e Elon Musk
Foto: Reprodução/Getty Images

O bilionário Elon Musk anunciou que a Starlink, divisão da SpaceX que trabalha com internet via satélite, vai fornecer internet gratuita para a Venezuela por, pelo menos, um mês. O anúncio foi feito logo após o ataque dos Estados Unidos ao país Latino Americano, no sábado, 3. 

"A Starlink está fornecendo serviço de banda larga gratuito para a população da Venezuela até 3 de fevereiro, garantindo a conectividade contínua", informou a conta oficial da empresa no X. Musk repostou a publicação com os dizeres: “Em apoio ao povo da Venezuela.”  

A Starlink tem sido utilizada em regiões afetadas por conflitos ou crises para garantir acesso à comunicação. Hoje, a internet via Starlink conecta tropas do Exército, escolas e hospitais em regiões remotas, normalmente desassistidas por redes terrestres de fibra óptica.

Como a Starlink funciona?

A Starlink opera através de uma "constelação" de pequenos satélites em órbita terrestre baixa, que varia entre 340 a 1.200 quilômetros de altitude. Essa distância menor em relação aos satélites tradicionais de comunicação geoestacionária, que orbitam a 36 mil quilômetros acima da Terra, proporciona uma significativa redução na latência da conexão.

Para acessar a internet via Starlink, os usuários necessitam de um terminal que consiste em uma pequena antena parabólica retangular e um smartphone ou computador para configuração inicial. A antena se auto ajusta para se conectar ao melhor satélite disponível, enviando e recebendo dados.

A conexão não nasce do nada. Assim como a fibra óptica, a internet por satélite necessita de estações terrestres chamadas gateways, que retransmitem os dados para a internet pública.

Para o Brasil, a Starlink instalou 20 gateways para transmitir a conexão aos satélites. A cobertura é nacional, mas a maior utilização é em regiões remotas, como a Amazônia, onde a internet de fibra óptica não está disponível. Isso equivale a mais de 200 mil pontos de acesso, com cada antena podendo atender múltiplos usuários.

A conexão através do sistema utilizado pela companhia pode apresentar, porém, problemas como interferências meteorológicas que interrompem o serviço e a possibilidade de saturação da rede devido à alta densidade de usuários. Além disso, a comunidade científica expressa preocupações quanto à poluição espacial e interferências em observações astronômicas.

Fonte: Portal Terra
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