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Os lobos estão perdendo parte da sua armadura internacional; e isso se deve em grande parte ao pônei de Von der Leyen

O comitê da Convenção de Berna aprovou a proposta da UE para reduzir o status da espécie Von der Leyen, que se envolveu no debate, perdeu seu pônei em 2022 devido a um ataque de um lobo

21 fev 2025 - 07h18
(atualizado em 21/2/2025 às 17h27)
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Foto: Xataka

Não são tempos favoráveis para os lobos, pelo menos no que diz respeito à legislação comunitária. A UE deu um novo passo para reduzir a proteção legal desses grandes canídeos, uma das espécies mais icônicas (e também polêmicas) do velho continente, que, graças ao amparo dos governos, conseguiu alcançar uma população de mais de 20.300 exemplares na Europa.

Por trás da decisão de afrouxar a proteção ao lobo, há motivos sociais, econômicos e políticos, além de uma história com nomes próprios: o da recém-reeleita presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, e sua égua Dolly, que foi devorada por um lobo em 2022.

Atualmente, Von der Leyen é uma das vozes mais influentes defendendo a necessidade de reduzir a proteção ao lobo. Sua história, é claro, está inevitavelmente vinculada ao episódio em que um lobo cinzento atacou e matou sua mascote Dolly.

O que aconteceu?

A Bélgica deu um passo crucial para que os lobos percam parte da proteção legal de que desfrutam atualmente. Embora esse passo não tenha consequências práticas imediatas, ele é significativo e aponta para um futuro em que os lobos terão sua proteção reduzida em escala internacional.

O que a UE conseguiu foi que o comitê responsável por supervisionar o cumprimento da Convenção de Berna em relação às espécies europeias aceitasse sua proposta de reclassificar o lobo. Isso significa que ele passará de "estritamente protegido" para simplesmente "protegido".

O que podemos esperar agora?

O Comitê da ...

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