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O Japão deu o alerta: a China domina a produção mundial de chips e baterias graças ao gálio

A China produz 59,2% do germânio, 48% do antimônio e 98,8% do gálio As empresas japonesas são as que mais consomem gálio, germânio e grafite

16 mar 2025 - 14h32
(atualizado em 16/3/2025 às 13h55)
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Foto: Xataka

No último dia 2 de dezembro, entrou em vigor um dos pacotes de sanções contra a China mais agressivos já implementados pelos EUA. O governo de Joe Biden adicionou 140 empresas à sua lista negra. Essas restrições têm como alvo principal as companhias chinesas que projetam e produzem os equipamentos de litografia utilizados na fabricação de semicondutores avançados, o que presumivelmente está causando um impacto significativo na indústria chinesa de chips.

Como era de se esperar, a China reagiu rapidamente. Apenas um dia depois, o governo de Xi Jinping anunciou a proibição da exportação de minerais críticos para os EUA. Entre eles, estão três elementos químicos essenciais para a indústria de semicondutores, além de alguns materiais conhecidos por sua extrema dureza e possíveis aplicações militares, como o gálio, o germânio e o antimônio.

Segundo o Japão, as restrições afetarão as cadeias de suprimentos de chips e baterias

Atualmente, a China produz 59,2% do germânio, 48% do antimônio e nada menos que 98,8% do gálio. "Essa medida representa uma escalada considerável da tensão já enfrentada pelas cadeias de suprimentos. O Ocidente já tem dificuldade em acessar algumas matérias-primas", afirma Jack Bedder, cofundador da consultoria Project Blue. "É lógico que a China responda às crescentes restrições impostas pelas autoridades dos EUA, tanto atuais quanto iminentes, com suas próprias limitações sobre esses minerais estratégicos", aponta Peter Arkell, presidente da Associação ...

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