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Não foi ele que não quis: documentos mostram que Elon Musk tentou ir à ilha de Epstein e acabou 'barrado' por um motivo humilhante

Arquivos oficiais expõem interesse de Musk na ilha de Jeffrey Epstein, revelando contradições no discurso público do CEO da Tesla, da SpaceX e fundador da xAI

9 fev 2026 - 14h56
(atualizado às 15h47)
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Foto: Xataka

O nome do bilionário Jeffrey Epstein voltou a estampar o noticiário internacional. Conhecido por circular entre políticos, empresários e figuras influentes, ele escondia, por trás da fachada de filantropia e conexões de alto nível, um esquema asqueroso de abuso sexual e tráfico de menores. Segundo as investigações, entre o início dos anos 2000 e 2005, Jeffrey explorou sexualmente mais de 250 meninas, muitas delas recrutadas para atrair novas vítimas, em propriedades espalhadas pelos Estados Unidos e em Little Saint James, uma ilha privada do milionário no Caribe.

Preso em 2019 sob acusações federais de tráfico sexual, Jeffrey foi encontrado morto dentro da prisão poucas semanas depois, um caso oficialmente tratado como suicídio, mas que até hoje é questionado. Agora, quase sete anos após sua morte, a divulgação de mais de 3 milhões de páginas de documentos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, trouxe de volta o debate sobre quem frequentava seu círculo mais próximo. Entre os nomes que se destacam está o do empresário Elon Musk, CEO da Tesla, da SpaceX e fundador da xAI. Nos documentos, foram encontrados emails revelando que Musk não apenas manteve contato com Jeffrey após sua condenação em 2008, como também tentou, mais de uma vez, visitar a famosa ilha do empresário, um plano que acabou não se concretizando por "razões logísticas".

O caso Jeffrey Epstein: rede de influência do bilionário é revelada por milhões de documentos oficiais

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