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Groenlândia possui 1,5 milhão de toneladas de terras raras, o problema é que não há estradas para chegar até elas

O enigma da eudialita, mineral que resiste a métodos convencionais de extração; Rotas de 20 dias e máquinas hibernando: a dupla face de um Ártico cada vez menos branco.

16 jan 2026 - 11h52
(atualizado às 12h16)
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Foto: Xataka

A geopolítica do século XXI encontrou um novo e gélido epicentro. Após a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, o governo de Donald Trump voltou sua agressividade diplomática para o norte. O objetivo é um antigo desejo: controlar a Groenlândia, que a Casa Branca define como um "lingote" de recursos estratégicos. No entanto, a realidade física é outra, visto que, sob uma geologia complexa, há uma absoluta falta de infraestrutura básica, o que transforma qualquer plano de extração numa quimera logística.

O muro de asfalto de 150 quilômetros

Desde que o Partido Republicano apresentou a Lei "Make Greenland Great Again" em 2025, a pressão sobre a Dinamarca aumentou, sugerindo o uso da força. De acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), Washington elevou a Groenlândia à categoria de necessidade de "segurança nacional". Essa postura, que alguns analistas já estão batizando de "Doutrina Donroe", busca assegurar o hemisfério como uma esfera de influência exclusiva contra quebra-gelos russos e a expansão chinesa.

Mas a obsessão entra em conflito com a engenharia. Segundo dados do CSIS, a Groenlândia — um território três vezes maior que o Texas — possui apenas 150 quilômetros de estradas no total. Não existem ferrovias e os assentamentos são isolados uns dos outros por terra. Diogo Rosa, pesquisador do Serviço Geológico da Dinamarca e da Groenlândia, alerta na revista Fortune que qualquer projeto de mineração precisa criar essas acessibilidades do zero. Isso ...

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