Existe um planeta escondido dentro de Júpiter, mas os cientistas afirmam que ele desafia as leis da física que conhecemos
Júpiter é o maior e mais antigo planeta do nosso sistema solar e tem o dia mais curto do sistema solar, levando cerca de 9,9 horas para girar uma vez em seu eixo.
Ele é o maior planeta do Sistema Solar, composto quase inteiramente por gás. Mas, no meio de tanta turbulência atmosférica e tempestades colossais, os astrônomos descobriram algo que desafia o senso comum: existe um planeta rochoso escondido dentro de Júpiter.
Sim, apesar de sua aparência nebulosa e impenetrável, Júpiter abriga um núcleo sólido, possivelmente formado por rocha ou gelo, soterrado sob camadas e mais camadas de hidrogênio e hélio.
Esse "coração" denso seria o que resta de um planeta primitivo, engolido pela própria matéria que ele ajudou a atrair durante sua formação.
Como seria esse planeta dentro de Júpiter?
A resposta ainda está longe de ser definitiva. A estrutura interna de Júpiter permanece envolta em mistério, mas evidências recentes sugerem que esse núcleo pode ser maior do que se imaginava e com uma composição surpreendentemente complexa. Estima-se que ele esteja cercado por uma espessa camada de hidrogênio metálico líquido, uma substância exótica criada sob pressões tão extremas que o hidrogênio — normalmente um gás — passa a se comportar como metal.
Além disso, a força gravitacional de Júpiter, uma das mais intensas do Sistema Solar, só seria possível com a presença desse núcleo maciço. É ele que sustenta toda a estrutura do planeta e ajuda a mantê-lo estável, mesmo em meio a tanta turbulência.
Um planeta dentro de outro?
Essa ideia pode parecer ficção científica, mas reflete uma realidade que os cientistas vêm estudando há décadas. Júpiter se ...
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