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Eletrônicos

Greenpeace protesta contra Dell em lançamento de guia

27 mai 2010 - 18h35
(atualizado às 19h40)
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Ativistas do Greenpeace fizeram protestaram na quarta-feira, na sede da Dell, no Texas, estados Unidos, cobrando da empresa a diminuição no uso de compostos químicos tóxicos em seus produtos. Uma faixa gigante foi colocada na parede, com os dizeres "Michael, what the dell? Desing out toxics!" (em tradução livre, algo como "Michael, o que é isso? Corte os tóxicos!"). Trata-se de um trocadilho com o nome de Michael Dell, executivo-chefe da empresa, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo.

O protesto faz parte da promoção do Guia de Eletrônicos Verdes da ONG, que teve a sua nova edição trimestral lançada ontem. Nesta edição do guia, que teve início em 2006, Nokia e Sony Ericcson aparecem como as empresas mais "verdes", enquanto outras, como Dell, Samsung e Lenovo aparecem nos últimos lugares (algumas perdendo posições).

A Nintendo, como já é tradicional, aparece como a "sujismunda" das indústrias, cultivando seu já icônico último lugar. O guia lista empresas de computadores, celulares, TVs e consoles de acordo com suas políticas de materiais tóxicos, reciclagem e mudança climática.

Contra a Dell, que tem uma das piores colocações no ranking, a cobrança da ONG é para que diminua o uso de PVC e retardantes de chama BFR. A principal queixa baseia-se no fato de que a Dell foi uma das primeiras empresas a se comprometer a retirar essas substâncias de seus produtos, mas perdeu o prazo de 2009 e ainda não ofereceu um novo, conta o site CNET.

Michelle Mosmeyer, funcionária de comunicacão no setor de sustentabilidade da empresa, contou ontem que a Dell tem planos de remoção destes compostos, esperando não mais utilizá-los até o final de 2011. Além disso, ainda ressaltou que alguns produtos da empresa já estão livres de compostos como mercúrio, arsênico, PVC e BFR, como seus novos monitores de LED, da série Dell G.

Um protesto similar já havia ocorrido em março, na Dell de Amsterdã.

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