Russo encara ursos; veja fotógrafos que enfrentam o perigo
Russo encara ursos; veja fotógrafos que encaram o perigo
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O fotógrafo russo Sergey Gorshkov fez este registro de um urso-pardo na água em Kamchatka. Ele usou uma jaula - que poderia ser facilmente destruída por um desses predadores
Foto: The Grosby Group
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O fotógrafo russo Sergey Gorshkov fez este registro de um urso-pardo na água em Kamchatka. Ele usou uma jaula - que poderia ser facilmente destruída por um desses predadoresFoto: The Grosby Group
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"Eu lembro de pedir para um vendedor de uma loja me ajudar a comprar uma caixa para minha câmera para tirar fotos debaixo d'água de ursos. Ele colocou o dedo na têmpora e ficou retorcendo como se dissesse que eu era a pessoa mais louca que ele já conheceu", conta ao jornal britânico Daily MailFoto: The Grosby Group
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"Por mais de um ano eu planejei fazer da minha ideia realidade. Eu entendo que não haveria apenas dificuldade, mas riscos também"Foto: The Grosby Group
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"Quando você trabalha com predadores, existe um pequeno limite entre a vida e a morte. Você pode encontrar um urso com bastante frequência e não ter problemas, mas um erro é suficiente para levar a resultados fatais"Foto: The Grosby Group
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Um fotógrafo da vida selvagem registrou o momento em que foi atacado por uma mamba-negra - mas ele nem notou o fato. Mark Laita trabalha em um projeto chamado "serpentine" em que registra cobras ao redor do planeta para chamar atenção para o risco de algumas espécies desaparecerem. Ele disse que só notou o ataque no dia seguinte, quando estava olhando as imagensFoto: The Grosby Group
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Por sorte, foi uma "mordida seca", sem veneno. Caso contrário, a chance de sobrevivência seria praticamente zero, já que a espécie é uma das mais venenosas conhecidas. A Dendroaspis polylepis vive na África. Veja a seguir, outros casos de fotógrafos que enfrentaram o perigo para registrar imagens de animais e da natureza. O livro com as imagens de Laita será lançado no outono (hemisfério norte)Foto: The Grosby Group
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O fotógrafo Sergey Kotelnikov se assusta quando um leopardo pula no teto de seu veículo, na NamíbiaFoto: Caters News / The Grosby Group
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Kotelnikov e seu amigo Sergey Ivanov (que registrou as imagens) pararam seus veículos para tirar fotos da região, quando o predador saltou na frente do primeiro. Felizmente, a fêmea parecia apenas curiosa e não o atacouFoto: Caters News / The Grosby Group
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O francês Joe Bunni encarou o mar gelado (2°C) de Repulse Bay, no Canadá, para registrar este urso polar de 300 kgFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Bunni afirma que se jogou na água quando o animal estava a cerca de 50Foto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O francês queria registrar o animal debaixo da águaFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O francês fez a experiência duas vezes, e nas duas os animais chegaram tão perto a ponto de tocar a câmera com o narizFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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As imagens renderam a Bunni um dos prêmios do Veolia Wildlife Photographer of the Year 2011, na categoria "comportamento: mamíferos"Foto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Alex Wypyszinski parou seu carro para tirar algumas imagens da paisagem do parquet nacional Yellowstone, no Estados Unidos, quando viu um urso perseguindo um bisão - e os dois vinham na direção do americanoFoto: Caters News / The Grosby Group
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Segundo Wypyszinski disse que ouviu de repente um galope atrás dele e, quando virou, viu a cenaFoto: Caters News / The Grosby Group
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O bisão e o urso ignoraram o fotógrafo e passaram por ele. Wypyszinski não conseguiu registrar o final da perseguiçãoFoto: Caters News / The Grosby Group
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O fotógrafo Chris Weston decidiu registrar o estouro de animais selvagens na ÁfricaFoto: Caters News / The Grosby Group
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Ele cavou uma vala no lugar onde os animais costumam passarFoto: Caters News / The Grosby Group
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Weston passou sete horas na trincheira esperando o estouroFoto: Caters News / The Grosby Group
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Após as horas de espera, o fotógrafo teve apenas alguns segundos para registrar os animais passarem por cima deleFoto: Caters News / The Grosby Group
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Weston cobriu o buraco com dormentes de ferrovia para se proteger dos animaisFoto: Caters News / The Grosby Group
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Fotógrafo registra passagem de zebraFoto: Caters News / The Grosby Group
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O fotógrafo britânico Brit Brian Matthews fotografa de perto o maior e mais perigoso lagarto do planetaFoto: Caters News / The Grosby Group
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O dragão-de-Komodo é forte, mas o perigo está na mordida do animalFoto: Caters News / The Grosby Group
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Sua saliva é cheia de bactérias e outros perigosos micro-organismos que podem matar um animal grande, como uma vacaFoto: Caters News / The Grosby Group
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Imagem de 19 de janeiro deste ano foi feita pelo fotógrafo suíço Franco Banfi no Pantanal brasileiroFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O suíço registrou de perto jacarés que chegavam a até 3 m de comprimentoFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Jacaré devora vítima no Pantanal brasileiroFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O fotógrafo diz que quando estava fotografando um animal, notou outros dois atrás dele. Era o momento de sair da águaFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Suíço registrou jacarés de perto no BrasilFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O fotógrafo russo Igor Gushchin, 52 anos, registra de perto um urso-pardoFoto: Caters News / The Grosby Group
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Diversos fotógrafos vão à reserva natural Kronotsky, na Rússia, para tirar imagens dos animaisFoto: Caters News / The Grosby Group
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"Todos nós somos fotógrafos de vida selvagem experientes. Nós aprendemos o comportamento dos ursos e somos guiados por leis rígidas de segurança", diz GushchinFoto: Caters News / The Grosby Group
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"Contudo, é impossível eliminar o risco ao se chegar tão perto de ursos selvagens", diz o fotógrafoFoto: Caters News / The Grosby Group
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Aliado a isso, a coluna flexível - que, em movimento, funciona como mola - é responsável por impulsionar o corpo, economizando energiaFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O limite máximo do guepardo é em torno de 110km/hFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Pode-se comparar o felino a um dos carros mais velozes do mundo, o Koenigsegg Agera R, esportivo superleve que vai a 110km/h em 2,9 segundosFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Segundo o doutor em zoologia e pesquisador da área de mamíferos do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP) Fabio Nascimento, a rapidez pode ser atribuída à estrutura do felinoFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Pernas alongadas e corpo esguio contribuem para que seja rápido no ataque a sua presaFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Ao contrário dos outros fotógrafos que vimos, Claudio Gazzaroli não enfrentou predadores, e sim outro perigoFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Ele passou horas em águas geladas do vale Maggia, na Suíça, para mostrar o gelo que se forma no localFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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O fotógrafo suíço passou em locais em que o gelo chega a ter 10 m de espessuraFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Gazzaroli e os exploradores que o acompanharam entraram por um pequeno buraco no geloFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Contudo, tempestades repentinas podem deixar 30 cm de neve em poucas horas, o que poderia deixar a expedição presa debaixo do geloFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Desta vez, o leão cansou de ser fotografado e tentou "roubar" a câmeraFoto: Caters News / The Grosby Group
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Perseguido por dias por um fotógrafo e um cinegrafista, o predador revidou e tentou levar a câmera de vídeo, em BotswanaFoto: Caters News / The Grosby Group
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No Alasca, Paul Sounders registrou os ursos-pardos na ilha KodiakFoto: The Grosby Group
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Em alguns momentos, o fotógrafo afirma ter ficado a 1 m dos ursosFoto: The Grosby Group
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Além de enfrentar lagos congelados, o suíço Claudio Gazzaroli foi a Cuba nadar com crocodilosFoto: Barcroft Media / The Grosby Group
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Para conseguir suas imagens, Doubilet não hesita em chegar perto de predadores, como este crocodilo americano de quase 4 m de comprimento fotografado na costa de CubaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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Mas nem todos animais oferecem perigo, a exemplo desta rã que pulou na máscara do fotógrafo no delta do rio Okavango, BotsuanaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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O fotógrafo David Doubilet desafia o perigo mergulhando ao lado de algumas das criaturas mais perigosas e fascinantes do mundo subaquático, como esta raia jamanta fotografada à noite no mar de Kona, no HavaíFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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Nesta imagem, uma vespa-do-mar ¿ uma espécie de ¿prima¿ da medusa que vive no Pacífico ¿ captura um camarão com seus tentáculos. A foto foi tirada na AustráliaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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Desde 1971, o fotógrafo já fez mais de 60 reportagens deste tipo para a revista National Geographic, para quem faz trabalhos em caráter contínuo. Suas fotos frequentemente aparecem em outras publicações. Aqui, ele registra uma água-viva nas águas da ilha de Gam, Raja Ampat, na IndonésiaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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E na Península Antártica, fotografando a vida marinha no gélido extremo da Terra. David Doubilet é autor de sete livros sobre vida aquáticaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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O fotógrafo, de 64 anos, diz que quer oferecer a seus espectadores um pouco das belezas e estranhezas do ambiente submarino. Nesta imagem, ele registra um tubarão-baleia no mar do Estado da Baja Califórnia, MéxicoFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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¿ ou este golfinho que atraiu a atenção dos banhistas no resort de Monkey Mia, na costa noroeste da Austrália OcidentalFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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Nesta foto, Doubilet capturou o momento exato em que um aborígine Bardi perfura uma arraia com uma lança em Hunter Creek, no noroeste AustráliaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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Aqui, ele aparece ao lado de uma espécie de garoupa em risco de extinção na barreira de corais da AustráliaFoto: David Doubilet/ Nat Geo Stock /Caters / BBC Brasil
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