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Pesquisa

Especialistas apontam perigos do banho quente

8 dez 2009 - 11h54
(atualizado às 11h56)
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Uma banheira de água quente pode não parecer um lugar perigoso, mas ao longo de um período de 18 anos, entre 1990 e 2007, mais de 80 mil pessoas se feriram em banheiras com gravidade suficiente para terem de procurar um pronto-socorro. E 74% desses ferimentos aconteceram em casa.

O Sistema Nacional de Vigilância Eletrônica Médica recolhe informações sobre ferimentos sofridos em banheiras, e uma equipe de pesquisadores conduzida por Lara McKenzie, do Hospital Infantil Nationwide, em Columbus, Ohio, analisou os dados. O estudo será publicado na edição de dezembro da revista American Journal of Preventive Medicine.

O número anual de visitas a prontos-socorros vem subindo firmemente. Em 2007, 6.646 pessoas recorreram a serviços de emergência devido a ferimentos sofridos em banheiras, ante 2.549 em 1990. Cerca de metade dos ferimentos foram causados por escorregões ou quedas, mas a exposição excessiva ao calor foi um fator em 10% dos acidentes, e quase afogamentos aconteceram em 2,5% deles. Cerca de 7% dos ferimentos foram graves a ponto de resultar em hospitalização.

O estudo menciona algumas recomendações de segurança estabelecidas. "O tempo de um banho de imersão quente deve ser de 10 a 15 minutos, e a temperatura não superior a 45 graus", disse McKenzie. Mas mesmo que mais de um quarto dos ferimentos tenham sido sofridos por crianças de menos de 16 anos, ela não descobriu normas oficiais para o uso de banheiras por pessoas dessa faixa etária.

O estudo não inclui acidentes fatais, mas a Comissão de Segurança de Bens de Consumo reportou mais de 800 mortes associadas a banheiras desde 1990, quase 90% das quais envolvendo crianças de menos de três anos de idade.

The New York Times
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