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Pensávamos que técnico de data center seria uma nova profissão na era da IA; a Meta quer que robôs façam o trabalho

A Meta está testando diferentes robôs para realizar tarefas de manutenção em seus data centers; Os trabalhadores temem perder seus empregos e dizem que ninguém está seguro

4 set 2026 - 10h43
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Resumo
A Meta está testando braços robóticos para automatizar tarefas em seus data centers, como reiniciar servidores e trocar cabos, segundo relatos de funcionários. A iniciativa ameaça uma função que muitos acreditavam estar protegida da inteligência artificial: a de técnico físico dessas estruturas. Funcionários temem cortes drásticos, estimando que a automação possa substituir até 80% da carga de trabalho humana, enfraquecendo o argumento de que tais megaestruturas geram muitos empregos locais.
Pensávamos que técnico de data center seria uma nova profissão na era da IA; a Meta quer que robôs façam o trabalho
Pensávamos que técnico de data center seria uma nova profissão na era da IA; a Meta quer que robôs façam o trabalho
Foto: Xataka

Os data centers não estão exatamente "farmando aura". A oposição pública está crescendo nos EUA (embora em menor escala aqui também), e os argumentos a favor dessas megaestruturas estão diminuindo. Um deles é a criação de empregos, mas já vimos que um data center, na verdade, precisa de muito poucos trabalhadores para operar. Em breve, talvez não precise de nenhum.

O que está acontecendo?

A Wired noticiou o assunto. Eles não anunciaram publicamente, mas, segundo funcionários da Meta, a empresa está pressionando para instalar robôs em seus data centers, o que permitiria gerenciá-los automaticamente sem gastar com pessoal. Um desses funcionários lamenta:

"Pensávamos que aqueles de nós que realizavam tarefas físicas estariam seguros por um tempo, mas não mais. Infelizmente, isso afeta a todos nós".

Os robôs

Eles não estão testando humanoides, mas braços robóticos. Um desses robôs é um Kinova Gen3, que está sendo testado para ciclos de energia, ou seja, para reiniciar servidores cortando a fonte de alimentação.

Eles também estão testando um robô para substituir cabos de rede, outro com um braço de seis eixos capaz de reajustar peças e até mesmo um robô simples que se parece com um dedo e simplesmente pressiona o botão liga/desliga de algumas máquinas.

Preocupação entre os funcionários

Um desses trabalhadores estima que, se implementados, esses robôs poderiam substituir até 80% da carga de trabalho, deixando muito pouco espaço para trabalhadores humanos. Em Altoona, onde a Meta concentra ...

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