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A resposta da França aos tambores de guerra é chamada ASN4G: um míssil nuclear e um manual de sobrevivência para a nação

Em um cenário em que a segurança europeia se torna cada vez mais incerta, a França aposta em consolidar seu papel como pilar da dissuasão nuclear ocidental

9 abr 2025 - 14h32
(atualizado em 9/4/2025 às 16h23)
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Foto: Xataka

A Alemanha foi a primeira nação da Europa a começar seu rearmamento. O fato de várias fábricas de carros, durante décadas o motor da economia alemã, estarem se transformando em fábricas de armamento militar deixou poucas dúvidas a esse respeito. Agora, chegou a vez da França, que não parece disposta a fazer as coisas pela metade.

A França anunciou a criação de uma quarta base aérea nuclear em Luxeuil, no leste do país, como parte de um ambicioso plano para fortalecer sua capacidade de dissuasão independente dos Estados Unidos no âmbito da OTAN. Essa base, que em determinado momento esteve sob risco de fechamento, abrigará dois esquadrões de caças Rafale F5 equipados com mísseis hipersônicos ASN4G, um investimento de 1,5 bilhão de euros que marca uma expansão significativa de seu arsenal nuclear.

A decisão responde a um contexto geopolítico tenso, no qual a guerra na Ucrânia e a incerteza sobre o compromisso dos Estados Unidos com a defesa europeia levaram Paris a assumir um papel mais proeminente na segurança do continente.

Uma estratégia autônoma dentro da OTAN

Atualmente, a Força Aérea e Espacial Francesa opera três bases nucleares em Saint-Dizier, Istres e Avord, que abrigam aproximadamente 50 caças Rafale B armados com mísseis nucleares ASMP-A e apoiados por Airbus A330 MRTT Phénix. A incorporação de 40 Rafale F5 adicionais em Luxeuil implica um aumento substancial na capacidade nuclear da França, o que pode se traduzir em um crescimento no número total de ogivas ...

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