A Geração Z não está mais debatendo se deve usar IA no trabalho, mas se deve se especializar ou se tornar um "nerd de uso geral"
O que as empresas da Geração Z precisam é mais simples do que parece
O mercado deveria estar cheio de vagas. Enquanto Boomers se aposentam, seria natural ver vagas sendo preenchidas por mais novos, mas está acontecendo exatamente o contrário, não por falta de mão de obra, mas porque essas vagas estão simplesmente sumindo. Seja por causa da inteligência artificial ou porque o mercado mudou, a demanda por alguns empregos caiu em massa, enquanto outros, como os ofícios necessários para montar data centers de IA, cresceram rapidamente. Tanto que a Geração Z já não sabe se deve se especializar ou se tornar o que os anglo-saxões chamam de "nerd de uso geral".
Geração Z e seu mercado de trabalho cada vez mais vazio
Traduzido literalmente como nerd de uso geral, aqui a ideia é fugir de tudo relacionado a fazer seu trabalho muito bem e nada mais. Em outras palavras, um especialista na economia brasileira e em seus índices de ações já não faz mais o menor sentido entre as fileiras de qualquer empresa, mas o que ganha cada vez mais força é um polivalente que se agarra a absolutamente tudo.
O que as empresas da Geração Z precisam são jovens que possam explicar na segunda-feira o que um novo modelo de IA apresentado na sexta-feira traz, que sejam empáticos e analíticos o suficiente para começar a realizar entrevistas presenciais na terça-feira, que na quarta possam ler um livro de 50 anos atrás e extrair ideias valiosas dele, que na quinta-feira ele possa montar um podcast para a empresa e que na sexta-feira ele olhe para...
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