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Um estudo analisou novos casais com mais de 60 anos e a conclusão é clara: eles são mais felizes se moram em casas separadas

Casais com mais de 60 anos ganham mais autonomia e equilíbrio emocional ao manter relacionamentos sem coabitação.

18 fev 2026 - 12h11
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Foto: Minha Vida

Todos conhecemos casais jovens que vivem separados, um estilo de vida que agora também começa a ser adotado por adultos com mais de 60 anos — e que pode ser mais benéfico do que imaginamos. De acordo com um estudo conduzido pela Universidade de Lancaster e pelo University College London, esse modelo de relacionamento entre pessoas com mais de 60 anos pode trazer benefícios à saúde mental.

Segundo a pesquisa, os chamados relacionamentos LAT (do inglês Living Apart Together), também conhecidos como relacionamentos sem coabitação, oferecem um equilíbrio entre união e autonomia. Eles podem ser uma boa opção tanto para quem está começando um relacionamento nessa fase da vida quanto para quem já está em uma relação de longo prazo. 

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Trata-se de uma alternativa que permite manter compromissos pessoais e familiares, sem abrir mão da conexão íntima com o parceiro.

Leia mais: As separações entre pessoas com mais de 50 anos estão aumentando. E há duas palavras que explicam isso: divórcio grisalho

Um estilo de vida que beneficia especialmente as mulheres

Relacionamentos LAT são especialmente bem recebidos por mulheres heterossexuais. De acordo com o estudo, quando uma mulher com mais de 60 anos inicia um relacionamento, a chance de ele evoluir para um modelo LAT é 10 vezes maior do que para coabitação ou casamento. Já entre os homens mais velhos, a probabilidade de optar por morar com a parceira é quase 20 vezes maior. O que explica essa diferença?

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