Na pré-estreia da série "Amor da Minha Vida", Bruna Marquezine refletiu sobre sua visão madura do amor, antes pautada pela paixão e intensidade. Para a atriz, a maior prova de afeto é a dedicação diária, o autoconhecimento e a decisão de permanecer na relação durante as crises. Ela pontuou como suas prioridades mudaram na transição dos vinte para os trinta anos e definiu o amor, em suas variadas formas, como um remédio poderoso e divino para superar as dificuldades e dores da vida cotidiana.
Durante a pré-estreia da segunda temporada da série 'Amor da Minha Vida', realizada no Rio de Janeiro, Bruna Marquezine abriu o coração e compartilhou, com diversos veículos, reflexões profundas sobre amadurecimento, afeto e a evolução da sua visão sobre os relacionamentos.
Distante da ideia romanceada que costumava ter no passado, a atriz destacou como o tempo e as experiências transformaram sua maneira de sentir e se dedicar a alguém. Nesse sentido, ela revelou que a maior demonstração de afeto não está em grandes loucuras, mas sim no compromisso diário e no autoconhecimento.
Gesto de amor de Bruna Marquezine: permanecer e evoluir
Ao refletir sobre suas vivências, a namorada de Shawn Mendes revelou qual considera ter sido a atitude mais romântica que já tomou em uma relação. Para ela, a verdadeira entrega envolve enfrentar os momentos de crise e buscar a cura pessoal para construir algo duradouro.
"Hoje, eu acho que a coisa mais romântica que já fiz foi permanecer. Permanecer, trabalhar numa relação, me dedicar a ela. E permanecer não só quando tudo está lindo, mas também quando fica mais difícil. Acho que a coisa mais romântica foi trabalhar em mim, curar o que eu preciso, curar para poder permanecer numa relação", declarou.
As transformações com a chegada dos 30 anos
Marquezine também destacou como a passagem do tempo redefiniu suas prioridades e a forma de enxergar o parceiro. Para ela, os ciclos de vida mudam drasticamente a percepção individual sobre o que é essencial na busca pelo par ideal. "O amor muda muito, porque a gente muda muito ao longo da vida... Dos vinte aos trinta anos, é uma diferença gritante", avaliou.
Em outro momento, ela comparou suas ideias antigas com o que busca no presente: "O amor da vida era uma coisa que estava muito relacionada à paixão e intensidade, porque eu acho que era o melhor que eu conhecia. Hoje, eu acho que o meu entendimento de amor é outro".
O amor como remédio para a vida
Por fim, a artista ressaltou o poder transformador do afeto em todas as suas formas — seja ele "romântico, próprio ou platônico" —, descrevendo o sentimento como uma conexão com o divino e um forte aliado para enfrentar as dificuldades do dia a dia.
"O amor ajuda, sempre. Não importa o que você esteja vivendo e qual a forma. É o melhor remédio que tem. Ele não vai solucionar tudo e todos os seus problemas, mas ajuda", pontuou. "Como você ama, deseja ser amado, tudo muda. Isto é o que a gente tem de mais próximo de divino, de mais puro, potente e próximo de Deus. É um tanto complexo, e eu acho que é um remédio para todo o tipo de dor. Não resolve, mas melhora, ajuda", completou.