Durante muito tempo, a ciência da longevidade trabalhou com a premissa de que os fatores genéticos respondiam por cerca de 20% a 25% da variação da expectativa de vida, com maior peso atribuído a fatores ambientais e comportamentais.
No entanto, estudos mais recentes, incluindo análises populacionais amplas conduzidas por instituições como o Instituto Weizmann de Ciências, em Israel, e pela Universidade de Copenhague, na Dinamarca, sugerem que essa contribuição pode ser mais elevada em determinados contextos, especialmente quando considerados perfis de envelhecimento extremo.
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Algumas estimativas indicam que a herança genética pode alcançar valores próximos de 40% a 50% na determinação da longevidade, embora esse número varie conforme a população estudada. Ainda assim, esse dado não representa um destino fixo, mas sim um avanço na compreensão dos mecanismos biológicos que sustentam a medicina preventiva e individualizada.
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