Uma faixa de terra isolada a 300 quilômetros da Nova Escócia, no Atlântico Norte, é o lar de uma das populações de cavalos selvagens mais singulares do mundo.
Foto: Wikimedia Commons/Paul Gierszewski
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Trata-se da Ilha Sable, território de apenas 34 km², com cerca de 42 km de comprimento por 1,5 km de largura.
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Lá, mais desses 400 animais vivem totalmente livres, enfrentando tempestades, invernos rigorosos e escassez de recursos.
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Embora lendas afirmem que eles chegaram à ilha após naufrágios, registros confirmam que foram introduzidos em 1737 por colonizadores.
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A ilha é famosa por sua forma de lua crescente e por ser um dos maiores cemitérios de navios do mundo devido aos frequentes naufrágios em suas águas.
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Com o passar do tempo, esses cavalos formaram bandos e desenvolveram técnicas de sobrevivência extraordinárias para conseguir sobreviver nesse ambiente único.
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Eles quase desapareceram no século 20 devido à captura para venda e abate, até que, em 1960, os cavalos passaram a ser protegidos pela lei canadense.
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Desde então, a legislação garante que a manada nunca seja manejada ou alimentada.
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Os cavalos selvagens passaram então a ser reconhecidos como símbolo da Nova Escócia.
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Entre as décadas de 1980 e 2000, estudos não invasivos e análises genéticas mostraram que os cavalos da Ilha Sable formam uma população distinta de outras raças canadenses devido ao isolamento prolongado.
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A manada, que tem entre 400 e 550 indivíduos, exibe características adaptadas ao ambiente severo: pelagem escura, crina longa e marcha natural.