Muitos olham para esse período com certa nostalgia: ruas sem smartphones, comunidades mais unidas e uma rotina mais simples. Mas, do ponto de vista da psicologia, esse contexto histórico não marcou apenas uma fase cultural, ele também influenciou a forma como essas pessoas pensam, sentem e lidam com problemas.
O que chama a atenção de psicólogos e sociólogos hoje não é a idealização do passado, e sim a constatação de que algumas habilidades mentais desenvolvidas naquela época se tornaram menos comuns nas gerações mais jovens.
Grande parte disso pode ser explicada pelo estilo de vida vigente: mais interação face a face, menos estímulos constantes e responsabilidades assumidas desde cedo. Esse conjunto de fatores deixou marcas importantes em habilidades cognitivas e emocionais, algo que aparece em estudos sobre diferenças geracionais relacionadas ao enfrentamento de dificuldades, ao autocontrole e à capacidade de atenção.
Atenção profunda e concentração prolongada
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