O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Flávio Bolsonaro no segundo turno com 51,79% dos votos e, após a eleição, passou um sábado de descanso com a primeira-dama Janja e o humorista Paulo Vieira.
O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou este sábado (31) na companhia de Janja e do humorista e apresentador Paulo Vieira, da TV Globo. O encontro foi registrado em uma foto divulgada pela primeira-dama nas redes sociais.
Na publicação feita no Instagram, Janja escreveu: "Sábado de merecido descanso". O petista venceu a eleição presidencial no dia 25 de outubro, com 51,79% dos votos, contra 48,21% de seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL).
Apoiador de Lula, Paulo Vieira já esteve com o presidente em outras ocasiões. Em outubro, por exemplo, ele defendeu o petista e reclamou da postura da TV Globo diante de uma situação que ele diz ter passado. "Só uma curiosidade: Eu fui proibido de ir no camarim do Lula durante a sabatina 'pra não levantar dúvidas sobre a imparcialidade'", afirmou o humorista em publicação no X, horas após vir à tona a informação de que Flávio Bolsonaro havia se reunido com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho.
Em 7 de setembro, o humorista participou das comemorações da Independência do Brasil e assistiu ao desfile da terceira fileira da tribuna presidencial, onde também estavam Lula, ministros e outras autoridades. Já em agosto, o apresentador criticou a condução da sabatina de Flávio Bolsonaro, conduzida pelos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos.
Vitória de Lula
Lula havia terminado o primeiro turno pouco menos de dois pontos percentuais atrás de Flávio (45,16% a 47,03%), o que representava uma diferença de 2,2 milhões de votos, e admitiu a decepção por não ter saído vitorioso já em 5 de outubro.
O grande destaque da virada foi o deputado federal André Janones (Rede), escanteado durante anos pelo PT por conta de seu estilo histriônico e que conseguiu arregimentar um "exército" de apoiadores de Lula no WhatsApp.
O grupo "Exército de Lula" reuniu 10,9 milhões de pessoas mobilizadas para impulsionar o presidente nas plataformas e combater as guerrilhas digitais bolsonaristas.