Trump rejeitou o termo "assassino" usado por seu aliado para descrever Alex Pretti, morto por agente do ICE, e destacou a necessidade de evitar incidentes com armas, classificando o caso como lamentável.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou a descrição feita por seu vice-chefe de gabinete, Stephen Miller, sobre Alex Pretti, enfermeiro morto por agentes federais de imigração no sábado, 24. A jornalistas, nesta terça-feira, 27, Trump afirmou que não concorda com o rótulo de "assassino" usado pelo aliado.
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"Não concordo, mas dito isso, você não pode portar armas, não pode andar por aí com armas, você não pode fazer isso, mas é um incidente muito lamentável", declarou o presidente norte-americano.
Também nesta terça, o czar de fronteira de Donald Trump, Tom Homan, reuniu-se com o governador de Minnesota, Tim Walz, depois de assumir a operação de imigração do presidente em Minneapolis.
Em uma declaração noticiada pela CNN, Walz disse que havia delineado as prioridades do Estado para Homan, incluindo investigações imparciais sobre as duas mortes e a redução da força de 3.000 agentes federais que foi enviada para a cidade.
Homan e Walz concordaram em "continuar trabalhando para atingir esses objetivos", disse o governador.
A decisão de colocar Homan no lugar de Gregory Bovino, a principal autoridade da Patrulha de Fronteira, faz parte de uma redefinição mais ampla do presidente em meio às preocupações de alguns assessores de que a morte de Alex Pretti, de 37 anos, poderia inviabilizar sua agenda de imigração. (*Com informações da Reuters)