Trump e Petro se reúnem após período de tensão diplomática

Encontro entre os líderes na Casa Branca durou aproximadamente duas horas

3 fev 2026 - 17h42
(atualizado às 17h51)

Após um ano marcado por tensões diplomáticas, os presidentes dos Estados Unidos e da Colômbia, Donald Trump e Gustavo Petro, respectivamente, se reuniram nesta terça-feira (3), na Casa Branca, em Washington.

Encontro entre os líderes na Casa Branca durou aproximadamente duas horas
Encontro entre os líderes na Casa Branca durou aproximadamente duas horas
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Contrariando os procedimentos padrão para visitas de alto nível, o líder sul-americano entrou pela West Executive Drive, e não houve a tradicional guarda de honra militar nem protocolo cerimonial.

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Acompanhado de seus ministros das Relações Exteriores e da Defesa, Rosa Yolanda Villavicencio e Pedro Suárez, respectivamente, Petro permaneceu na Casa Branca por aproximadamente duas horas.

O encontro, no entanto, ocorreu a portas fechadas, sem a presença da imprensa, e o conteúdo da reunião ainda não foi divulgado pelos governos dos dois países. Petro e Trump também não deram entrevistas após a cúpula.

Em suas redes sociais, o presidente colombiano divulgou a foto de um quadro, provavelmente entregue por seu homólogo americano, com uma mensagem escrita por Trump: "Gustavo: uma grande honra. Eu amo a Colômbia".

Em outra publicação, Petro postou uma imagem caminhando ao lado do republicano no "corredor dos presidentes" da Casa Branca, espaço que reúne os retratos dos ex-mandatários dos Estados Unidos.

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Petro e Trump se envolveram em uma disputa por meio de mensagens nas redes sociais e declarações públicas que levaram a relação entre os dois países a um ponto de alta tensão. O clima foi amenizado após uma ligação telefônica realizada no último dia 7 de janeiro, que culminou na visita desta terça-feira (3).

O magnata chegou a acusar publicamente o colombiano de "liderar o tráfico de drogas" e chegou a determinar a suspensão de subsídios destinados ao governo de Bogotá. O sul-americano, por sua vez, alegou que Trump estaria "planejando um golpe de Estado". .

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