Trump descarta ataque russo à Otan e minimiza viagem de diretor da CIA a Moscou

27 ago 2026 - 15h06
(atualizado às 16h07)
Resumo
O presidente dos EUA, Donald Trump, descartou a possibilidade de a Rússia atacar países da Otan e minimizou a recente visita do diretor da CIA, John Ratcliffe, a Moscou, classificando-a como um encontro rotineiro e sem avisos formais. A declaração ocorre enquanto agências de inteligência ocidentais mantêm o alerta sobre ações de sabotagem russas na Europa, voltadas a fragilizar a união da aliança militar e minar o suporte à Ucrânia.

O ‌presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, não atacará nenhum país da Otan e ⁠minimizou notícias da imprensa de ‌que o diretor da CIA, John Ratcliffe, teria feito alertas ‌a autoridades russas ‌sobre isso no início da ⁠semana.

"Ele não vai atacar um território da Otan", disse Trump a repórteres no Salão Oval.

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No início do dia, Trump disse à ‌Axios, em uma entrevista por ‌telefone, que ⁠não haveria ⁠tal ataque e que Ratcliffe não havia ⁠sido ‌enviado a Moscou ‌para transmitir nenhuma mensagem específica.

"Ratcliffe se encontra com seu homólogo russo uma vez a cada ⁠seis meses ou uma vez por ano. Eles têm um ótimo relacionamento. Não houve nenhuma mensagem ‌e não houve nada de incomum", disse Trump ao veículo de notícias.

Autoridades ⁠de inteligência europeias e norte-americanas vêm monitorando há muito tempo as sabotagens russas e os ataques na "zona cinza" da Europa. Esses ataques geralmente visam enfraquecer a unidade da Otan e a disposição de seus Estados-membros em apoiar a Ucrânia contra a agressão russa.

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