Donald Trump chamou de "terrorista ou louco" o copiloto omani que esfaqueou o comandante e tentou derrubar um voo da FlyDubai rumo a Tel Aviv com 174 pessoas. O agressor foi contido por um piloto de folga e passageiros, permitindo um pouso seguro na Arábia Saudita. Trump discutiu o caso com Benjamin Netanyahu, premiê de Israel, país que classificou a ação como tentativa de ataque jihadista. Após o incidente, a companhia aérea suspendeu temporariamente seus voos para o destino israelense.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (30) que conversou por telefone com o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, sobre a suposta tentativa de sequestro em um voo da FlyDubai que ia dos Emirados Árabes Unidos a Tel Aviv.
"Falei longamente com Bibi sobre o incidente", disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. "Talvez o piloto fosse um terrorista ou um louco. É uma história inacreditável", acrescentou.
O episódio ocorreu na manhã desta quarta, quando o copiloto, de nacionalidade omani, esfaqueou o comandante e tentou assumir o controle do avião, que levava 174 pessoas a bordo ? a maioria israelenses.
A ação foi contida por um piloto de folga e quatro passageiros, que imobilizaram e amarraram o agressor. Já a aeronave pousou em segurança no aeroporto de Tabuk, na Arábia Saudita.
Israel classificou o caso como uma tentativa de ataque jihadista, e a FlyDubai suspendeu por seis dias seus voos para Tel Aviv.