Menos de dez dias após operar um tumor pulmonar localizado, o papa Leão XIV não precisará de tratamentos adicionais contra o câncer, segundo boletim médico do Vaticano. Já recuperado, o pontífice retomou suas atividades com a tradicional audiência geral na Praça São Pedro, onde agradeceu o apoio dos fiéis. Com a confirmação da melhora clínica, segue mantida sua viagem apostólica à América do Sul em novembro, que prevê passagens por Uruguai, Argentina e Peru em sua primeira visita à região.
Menos de 10 dias após passar por uma cirurgia para a retirada de um tumor no pulmão, o papa Leão XIV recebeu a confirmação de que não precisará de tratamentos adicionais. Segundo o Vaticano, o câncer permaneceu localizado e não se espalhou.
Em um comunicado, os médicos Luigi Carbone e Stefano Margaritora explicaram que o adenocarcinoma pulmonar permaneceu localizado e que a intervenção cirúrgica realizada em 13 de outubro, no Hospital Policlínico Agostino Gemelli, em Roma, foi suficiente para removê-lo.
"Os resultados confirmaram o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, com a doença permanecendo localizada. Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessária nenhuma terapia adicional", diz a nota.
Antes da divulgação do comunicado assinado pelos profissionais de saúde responsáveis pelo tratamento de Robert Francis Prevost, o líder da Igreja Católica voltou à Praça São Pedro, no Vaticano, onde celebrou a tradicional audiência geral. O pontífice também percorreu a praça a bordo do papamóvel.
"A primeira coisa que gostaria de dizer a vocês é: obrigado. Obrigado pelo apoio de suas orações, obrigado a Deus por sua generosidade. Renovemos todos nossa confiança na bondade e na misericórdia de Deus", disse Leão XIV.
A notícia é relevante para os fiéis que aguardam a viagem apostólica do pontífice à América do Sul, prevista para ocorrer entre 6 e 17 de novembro. Mantida na agenda, a visita será a primeira missão do Papa à região e incluirá passagens por Uruguai, Argentina e Peru. .