Papa lamenta morte de crianças na guerra do Irã e promete proximidade com Líbano

11 mar 2026 - 09h20

O papa ‌Leão 14 lamentou nesta quarta-feira a morte de vários civis na guerra do Irã e também expressou sua proximidade com as pessoas no Líbano, dizendo que o país, alvo de ataques israelenses, ⁠estava passando por uma "grande provação".

Leão, que apelou várias ‌vezes para o fim do conflito em expansão e advertiu que a violência poderia sair ‌do controle, pediu aos peregrinos ‌em sua audiência semanal na Praça de ⁠São Pedro que rezassem pela paz.

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"Continuemos a rezar pela paz no Irã e em todo o Oriente Médio, especialmente pelas muitas vítimas civis, incluindo muitas crianças inocentes", disse o pontífice, enquanto ‌a guerra entrava em seu 12º dia.

Ele não ‌fez menção a ⁠nenhum incidente ⁠específico envolvendo crianças.

Uma escola para meninas em Minab, no sul ⁠do Irã, foi ‌atingida em 28 ‌de fevereiro, durante o primeiro dia de ataques dos EUA e de Israel ao país. O embaixador do Irã na ONU em Genebra, ⁠Ali Bahreini, disse que o ataque matou 150 estudantes. A Reuters não pôde confirmar de forma independente o número de mortos.

As Forças Armadas dos EUA estão ‌investigando o incidente.

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Leão também lamentou a morte de um padre que foi morto na segunda-feira em ⁠ataques ao sul do Líbano, onde Israel está atacando o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, que disparou contra Israel a partir do Líbano em solidariedade ao governo do Irã.

O papa disse que o rev. Pierre El Rahi era um "verdadeiro pastor" que foi morto enquanto tentava oferecer ajuda aos paroquianos que haviam sido feridos em um ataque.

Leão visitou o Líbano em dezembro como parte de sua primeira viagem ao exterior como papa.

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