Mulher acusada de falsificar documentos de Ronaldinho é presa no Paraguai

Dalia López, de 55 anos, estava foragida desde março de 2020

3 abr 2026 - 11h48
(atualizado às 12h37)
A empresária Dália López foi a responsável por levar Ronaldinho Gaúcho ao Paraguai em 2020
A empresária Dália López foi a responsável por levar Ronaldinho Gaúcho ao Paraguai em 2020
Foto: Reprodução/X

A empresária Dalia López, de 55 anos, acusada de falsificar documentos do ex-jogador de futebol  Ronaldinho Gaúcho, foi presa na tarde de quinta-feira, 2, em Assunção, no Paraguai, em uma residência particular. Ela estava foragida desde março de 2020. 

A operação que prendeu a Dalia foi conduzida após trabalhos de inteligência e monitoramento por equipes do Departamento contra o Tráfico de Armas, em coordenação com o Departamento Especializado na Luta contra o Narcotráfico e Delitos Conexos do Paraguai.

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A empresária foi quem promoveu em 2020 a visita ao Paraguai de Ronaldinho para um evento beneficente. Ao chegar ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar um passaporte e uma identidade falsificados, permanecendo quase um mês na prisão da Agrupação Especializada da Polícia de Assunção. 

Após o pagamento de uma fiança de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,3 milhões, na cotação da época), um juiz concedeu a Ronaldinho a prisão domiciliar. O jogador ficou hospedado em um hotel de luxo na capital paraguaia até obter a liberdade depois de pagar uma multa de 200 mil dólares (R$ 1,1 milhão). 

Vivendo no anonimato desde 2020, López declarou à imprensa, nesta quinta-feira, que decidiu se entregar às autoridades por considerar que sua integridade física estava em risco.

Contra ela pesam acusações de produção de documentos públicos falsos e associação criminosa. Durante uma busca na luxuosa residência onde vivia, a polícia apreendeu mais de 200 mil dólares (cerca de R$ 1 milhão, na cotação atual).

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Fonte: Portal Terra
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