Kremlin diz que Conselho de Segurança da ONU deveria incluir novos membros permanentes

22 set 2026 - 07h58
Resumo
Em resposta às críticas do presidente turco Tayyip Erdogan sobre a ineficácia do Conselho de Segurança da ONU, o Kremlin defendeu a reforma do órgão com a ampliação de seus membros permanentes. No entanto, o porta-voz russo Dmitry Peskov rejeitou a proposta de Erdogan de extinguir tais postos e o poder de veto. Para Moscou, tanto a categoria permanente quanto o direito de veto exercido pelo grupo atual são elementos indispensáveis que devem ser preservados na estrutura das Nações Unidas.

A ‌Rússia acredita que o Conselho de Segurança da ONU deveria ampliar o número de membros permanentes para além dos ⁠cinco atuais e que o ‌sistema de veto existente deveria ser mantido, afirmou ‌o Kremlin nesta ‌terça-feira.

O porta-voz do Kremlin, ⁠Dmitry Peskov, respondia a uma pergunta de repórteres sobre o apelo do presidente turco Tayyip Erdogan para abolir ‌tanto o status de membro ‌permanente quanto ⁠o ⁠direito de veto.

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Erdogan há muito critica o ⁠Conselho, ‌afirmando que ‌seus membros permanentes com direito a veto — Reino Unido, China, França, Rússia e ⁠Estados Unidos — não refletem a comunidade internacional e são incapazes de tomar decisões rápidas.

Peskov disse ‌que a Rússia deseja que o Conselho seja reformado e ⁠que o número de membros permanentes seja ampliado.

"Ao mesmo tempo, acreditamos que a instituição dos membros permanentes do Conselho de Segurança, assim como o direito de veto, são elementos muito importantes de toda a estrutura das Nações Unidas", declarou ele.

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