A juíza federal dos Estados Unidos, Sharon Gleason, rejeitou uma ação movida pelo governo de Donald Trump que tentava impedir que o estado do Alasca decretasse uma eventual derrota de Dan Sullivan, senador republicano, partido do presidente estadunidense. Isso porque há um outro candidato à cadeira com o mesmo nome, Daniel J. Sullivan Jr, que é democrata.
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Trump argumentou que a escolha de um candidato democrata com o nome quase idêntico ao republicano seria uma estratégia para confundir os eleitores e tirar votos do aliado do presidente dos EUA. O governante argumentou que, caso o Dan Sullivan apoiado por ele perdesse por uma margem pequena de votos, as cédulas deveriam ser desconsideradas.
A juíza Sharon Gleason rejeitou a possibilidade de anular os votos. Do lado democrata, há uma reportagem do jornal The New York Times que mostra um movimento do partido opositor a Trump de buscar nomes parecidos com o do senador republicano desde 2025.
O movimento foi orquestrado, segundo texto do Times, por integrantes da equipe de Mary Peltola, ex-deputada democrata que concorre ao Senado pelo Alasca. Entretanto, Peltola negou envolvimento na candidatura do Dan Sullivan opositor a Trump.
A negativa emitida pela juíza federal contra Trump foi a segunda em apenas dois dias. No sábado, 31, a magistrada Trina Thompson publicou uma determinação que impede o presidente Donald Trump e seu governo de ameaçar autoridades eleitorais.
O governante dos EUA tentava impedir que eleitores votassem e a escolha dos barrados seria feita a partir de critérios estabelecidos por ele. As ações incluíam a remoção de eleitores dos cadastros estaduais e a recusa para entregar cédulas a eleitores específicos.