Um guarda do sítio arqueológico de Pompeia, na Itália, foi preso acusado de estuprar um turista de 17 anos em 16 de agosto. O suspeito se passou por guia para atrair a vítima a uma área fechada ao público, onde cometeu o abuso. Identificado por câmeras de segurança após denúncia do jovem à polícia local, o funcionário foi detido e responderá por violência sexual agravada em uma penitenciária na cidade de Vallo della Lucania.
Um guarda do sítio arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, foi preso sob a acusação de violência sexual contra um adolescente de 17 anos nas ruínas da antiga cidade romana, devastada por uma erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.c.
O incidente ocorreu no último dia 16 de agosto, quando o segurança teria se fingido de guia turístico para ludibriar a vítima e atraí-la para uma casa que normalmente não fica aberta à visitação do público. Longe dos outros turistas, o agressor teria agarrado e estuprado o adolescente.
O jovem apresentou uma denúncia em um posto da Arma dos Carabineiros, a polícia militar italiana, no próprio sítio arqueológico, e investigadores usaram imagens de câmeras de segurança para identificar o suspeito, que foi preso e levado para uma penitenciária na cidade de Vallo della Lucania.
O guarda responderá pelo crime de violência sexual agravada. Pompeia é uma das atrações turísticas mais visitadas da Itália e recebeu mais de 4 milhões de pessoas em 2025.