O exército atacou nesta terça-feira com artilharia pesada o quartel onde se encontram os membros da guarda presidencial, unidade responsável pelo golpe militar em Burkina Fasso, que se negam a render-se e iniciar o desarmamento pactuado para terminar com a crise no país.
Pouco depois, o general Gilbert Diendéré, líder golpista e aliado do ex-ditador Blaise Compaoré, convocou aos soldados do Regimento de Segurança Presidencial (RSP) a deixar as armas, segundo a emissora "Radio Omega".
Apesar da guarda presidencial ter sido dissolvida na sexta-feira, alguns militares seguem entrincheirados em seus quartéis, que se encontram próximos ao palácio presidencial na capital Ouagadogou.