O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que os cidadãos de seu país "morreriam" para defender a ilha de uma possível invasão dos Estados Unidos.
"Se isso acontecer, haverá luta, haverá resistência, nós nos defenderemos. Se tivermos que morrer, morreremos, porque como diz nosso hino nacional: 'Morrer pela pátria é viver'", afirmou Díaz-Canel ao programa "Meet the Press", da NBC News, que exibiu a entrevista na íntegra no domingo (12).
A declaração, a primeira do atual chefe de Estado a uma emissora americana, foi gravada em Havana. Na ocasião, o líder cubano não escondeu sua irritação quando a apresentadora Kristen Welker lhe perguntou se ele estaria "disposto a renunciar para salvar seu país".
Ele respondeu com firmeza: "Vocês fazem essa pergunta a outros presidentes? Fazem a [Donald] Trump? É uma pergunta sua ou vem do Departamento de Estado dos EUA?".
"Renúncia não faz parte do nosso vocabulário", frisou Díaz-Canel à emissora. .