Luto na comunicação: quem era a jornalista Thalita Tavares, que morreu de câncer?

Ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins deixa marca na televisão regional e ativismo dedicado ao autismo

27 ago 2026 - 13h46
(atualizado às 13h58)
Resumo
A jornalista Thalita Tavares, ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins, faleceu aos 46 anos em Santa Catarina, vítima de câncer. Conhecida pela atuação marcante na TV Anhanguera e na rádio CBN, ela também se dedicou à causa da inclusão social ao fundar o Espaço Júnior, centro de atendimento a crianças com autismo inspirado em seu filho de 10 anos. A comunicadora deixa um legado de energia na cobertura esportiva e no apoio ao autismo; a despedida será reservada apenas para a família.

A jornalista Thalita Tavares, ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins, morreu de câncer aos 46 anos na última quarta-feira (26). A comunicadora faleceu em Santa Catarina, estado onde residia com seus familiares. Com uma carreira marcante na televisão e no rádio, a profissional deixa um filho de 10 anos, além de uma trajetória lembrada pela energia contagiante na cobertura esportiva.

A jornalista Thalita Tavares, ex
A jornalista Thalita Tavares, ex
Foto: apresentadora do Globo Esporte Tocantins, morreu de câncer aos 46 anos - Reprodução / Perfil Brasil

Thalita Tavares

Natural de Ribeirão Preto, a apresentadora chegou a Palmas em 2007 para integrar a equipe da TV Anhanguera, afiliada da TV Globo. Ao longo de sua passagem pelo estado, cobriu campeonatos amadores e regionais, além de ter atuado como comentarista na rádio CBN Tocantins. Colegas de redação, como o jornalista Alexandre Alves, destacam a leveza e a descontração com que ela conduzia as transmissões ao vivo.

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Trajetória na comunicação e dedicação ao autismo

Apelidada carinhosamente de "Japinha" pelos amigos de profissão, a comunicadora encerrou sua fase no jornalismo tocantinense em 2013, quando se mudou para Maceió. Anos mais tarde, direcionou seu trabalho para a inclusão social ao fundar o Espaço Júnior, um centro especializado no atendimento a crianças com autismo, batizado em homenagem ao seu filho.

A instituição lamentou publicamente a perda de sua criadora. "Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos", divulgou a organização em nota oficial.

Homenagens e despedida reservada

O impacto do trabalho da profissional gerou comoção entre leitores e famílias atendidas pelo seu projeto social. Respeitando um desejo manifestado pela própria jornalista em vida, a família confirmou que não haverá velório aberto ao público.

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