Zema: Mendonça tem histórico bem diferente de outros ministros

8 set 2026 - 18h40
Resumo
O candidato à Presidência Romeu Zema elogiou a discrição do ministro do STF André Mendonça, afirmando que ele não busca notoriedade política ou jurídica na relatoria de inquéritos, como o do Banco Master. Sem enxergar excessos na conduta do magistrado, Zema pontuou que cabe ao presidente da Corte intervir se necessário. Além disso, celebrou a decisão de Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, medida que atendeu a um pedido do partido Novo.

O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, elogiou nesta terça-feira, 8, a conduta do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça nos inquéritos que estão sob a relatoria do magistrado, especialmente a investigação sobre o Banco Master.

"O ministro Mendonça tem um histórico bem diferente de outros ministros. Me parece que ele não tem tido nada de querer se transformar numa estrela no mundo jurídico ou no mundo político, como outros ministros que procuram visibilidade", declarou o presidenciável a jornalistas, após participar de uma reunião da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), em Brasília.

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Zema também avaliou ainda que não enxerga excessos na atuação de Mendonça e defendeu que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, intervenha caso seja necessário: "Se tiver tendo algum excesso, que o chefe dele, no caso o presidente do Supremo, chame ele e peça algum freio".

Mais cedo, o candidato comemorou a decisão do relator do inquérito do Master de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e destacou que a medida foi embasada em uma petição protocolada pelo Novo.

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