O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira, 17, que se reuniu com o ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a conversa "foi bastante tranquila e objetiva e ele num momento oportuno ficou de avaliar o pedido. (Moraes) não deu prazo para a decisão, tem o tempo que achar necessário".
Na ocasião, Flávio, que agora também está registrado como um dos advogados do ex-presidente, destacou o argumento de que a falta de acompanhamento constante no presídio pode acarretar o óbito do presidente. Para ele, o ex-presidente estaria melhor amparado em reclusão domiciliar "humanitária".
Em pedido nos autos do processo a defesa de Flávio apontou que "a permanência do Peticionário no atual ambiente de custódia expõe o quadro clínico a um risco progressivo, na medida em que a ausência de vigilância contínua e de intervenção imediata favorecem a repetição de eventos semelhantes, com potencial de maior gravidade, especialmente em cenário de comorbidades múltiplas e já documentadas"
Jair Bolsonaro está internado no hospital DFStar, em Brasília, após sofrer com febre alta, queda da stuação de oxigênio, sudorese e calafrios enquanto cumpria pena na Papudinha, também na capital federal.