O presidente do STF, Edson Fachin, arquivou mais cinco processos ligados ao inquérito das fake news, seguindo pareceres da PGR que apontaram prescrição ou falta de provas. Entre os investigados estavam Rui Costa Pimenta, Gilson Machado e Alex Brasil. A decisão soma-se a outros três arquivamentos recentes. Atual relator do caso antes conduzido por Alexandre de Moraes, Fachin pretende encerrar o inquérito aberto há sete anos, mas ainda precisa examinar outros 104 procedimentos vinculados.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou o arquivamento de mais cinco processos ligados ao inquérito das fake news. Fachin seguiu pareceres da Procuradoria-Geral da República (PGR), que defendeu o encerramento das investigações por falta de provas ou prescrição.
As investigações miravam o presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, o ex-ministro da Justiça Gilson Machado, o deputado estadual Alex Brasil (PL-SC) e Flávia Cordeiro Magalhães.
Na última segunda-feira, 26, Fachin já arquivou três casos envolvendo o pastor Silas Malafaia, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o escritor Guilherme Fiuza.
Fachin assumiu a relatoria do inquérito das fake news em setembro, em meio à crise interna na Corte. O ministro Alexandre de Moraes era responsável pela condução do caso até então. O inquérito foi aberto há sete anos para apurar ameaças contra a Corte. Fachin prometeu arquivar o processo, mas há 104 procedimentos vinculados que devem ser examinados.