Cury defende todas as investigações sobre o STF 'doa a quem doer' e manda abraço a Mendonça

7 set 2026 - 14h22
Resumo
O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, defendeu que todas as investigações sobre o Supremo Tribunal Federal sejam conduzidas com rigor, doa a quem doer, com punição caso haja culpa comprovada. Em ato no Rio de Janeiro, o presidenciável cobrou independência e transparência na apuração de indícios de corrupção, sem blindagem a magistrados. Cury também prestou solidariedade aos ministros André Mendonça e Edson Fachin, ressaltando que a Corte deve ser autônoma.

O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, disse nesta segunda-feira, 7, que todas as investigações sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) sejam investigados, "doa a quem doer". A declaração foi dada em entrevista coletiva concedida após discurso em carro de som, na avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio, no qual o candidato mandou "um abraço" para Mendonça.

"Ninguém deve ser poupado até as últimas consequências. Se não for provada culpa nenhuma, estão livres. Mas, se tiver (culpa) tem de haver condenação", continuou o candidato.

Publicidade

Na entrevista, o médico e escritor disse também que quer que o STF tenha independência e que haja "transparência em tudo".

Ele afirmou não estar defendendo "um ministro ou outro ministro" e reafirmou que deseja que Mendonça e o presidente da corte, Edson Fachin "e todos eles possam ter plena independência para poder investigar todos os indícios de corrupção".

Indagado sobre o abraço enviado a Mendonça, Cury afirmou que mandou a sua "solidariedade ao André Mendonça e também para o Dr Fachin, que é leitor dos meus livros".

Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações