Perícia do caso da corretora morta por síndico inclui disparos de arma de fogo, afirma delegado

Simulações foram feitas para verificar se a versão apresentada pelo suspeito é compatível com as provas técnicas, segundo a Polícia Civil

31 jan 2026 - 16h28
Resumo
A perícia do caso da corretora Daiane Alves Sousa, morta pelo síndico Cléber Rosa de Oliveira, incluiu simulações de disparos de arma de fogo para verificar a compatibilidade do depoimento do suspeito com as provas técnicas; pai e filho permanecem presos enquanto as investigações continuam.
Corpo de corretora foi encontrada em uma região de mata em Caldas Novas (GO)
Corpo de corretora foi encontrada em uma região de mata em Caldas Novas (GO)
Foto: Divulgação

A perícia realizada no local em que a corretora Daiane Alves Sousa, de 43 anos, foi assassinada pelo síndico Cléber Rosa de Oliveira contou com simulações de disparos de arma de fogo para ajudar a esclarecer a dinâmica do crime. A informação foi confirmada pelo delegado da Polícia Civil, André Barbosa, em entrevista à TV Anhanguera, da Rede Globo. Cléber e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos na quarta-feira, 28, suspeitos de homicídio e obstrução da Justiça, respectivamente.

“A ideia é verificar se o depoimento que ele deu é plausível por meio de comprovação através de perícias técnico científicas. Esclarecer e querer tranquilizar a todos que serão feitos disparos de arma de fogo. Ressalto, a dinâmica do crime, e como tudo isso aconteceu, não vai ser trazido agora por esse comunicado", informou a autoridade policial. 

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O delegado explicou que os trabalhos periciais ainda estão em andamento e, por isso, não é possível afirmar de que forma a corretora foi morta nem confirmar, até agora, se houve disparos de arma de fogo.

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Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro, após descer até o subsolo do prédio onde morava para restabelecer a energia elétrica de seu apartamento. Antes disso, ela gravou vídeos mostrando que estava sem luz, enviou as imagens a uma amiga e informou que iria religar o padrão de energia. Depois desse momento, não houve mais notícias sobre ela.

Mais de 40 dias após o desaparecimento, o síndico do prédio foi detido e confessou o crime à polícia. O corpo da vítima foi localizado em avançado estado de decomposição, reduzido a ossada, em uma área de mata a cerca de 20 quilômetros de Caldas Novas.

Pai e filho passaram por audiência de custódia na quinta-feira, 31, e a Justiça decidiu manter a prisão de ambos. De acordo com o Ministério Público, ficou comprovado durante a audiência que os mandados de prisão, assim como os de busca e apreensão, foram cumpridos de acordo com a lei.

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O Terra tenta localizar a defesa dos investigados. 

Fonte: Portal Terra
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