Belga vindo de Uganda, país que registra casos de ebola, é internado no Rio e testa positivo para malária; paciente segue isolado

Paciente permanece em isolamento na Fiocruz enquanto aguarda resultado do exame para descartar ou confirmar infecção por ebola

30 mai 2026 - 22h02
Trabalhadores fazem fila para desinfetar seus equipamentos de proteção no Hospital Geral de Mongbwalu, na República Democrática do Congo, durante o surto de ebola.
Trabalhadores fazem fila para desinfetar seus equipamentos de proteção no Hospital Geral de Mongbwalu, na República Democrática do Congo, durante o surto de ebola.
Foto: Michel Lunanga/Getty Images

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) informou neste sábado, 30, que adotou um protocolo de segurança para investigar se um homem belga vindo de Uganda, na África, poderia estar infectado pelo vírus ebola.

Ele testou positivo para malária após apresentar sintomas virais como tosse, calafrios e diarreia. Apesar do diagnóstico, o paciente permanecerá isolado até a conclusão dos exames que vão descartar ou confirmar a infecção por ebola.

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Segundo a pasta, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) foi acionado após a identificação do caso. Como Uganda possui regiões com surto da doença, as autoridades de saúde adotaram imediatamente o protocolo de segurança previsto para esse tipo de situação.

O paciente foi transferido para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), unidade de referência para o atendimento e a investigação de casos suspeitos da doença.

Segundo a Fiocruz, o paciente recebeu prontamente os cuidados compatíveis com seu quadro clínico e foram realizadas coletas de amostras biológicas para exames diagnósticos.

"O resultado foi positivo para malária. Cumprindo o protocolo definido pelo Ministério da Saúde, também está sendo conduzido diagnóstico para ebola, e o paciente segue em isolamento até a conclusão do teste", informou o instituto em nota.

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Paralelamente, a Vigilância Epidemiológica da SES-RJ e a Vigilância em Saúde do município do Rio de Janeiro realizam o rastreamento das pessoas que possam ter tido contato com o viajante. Os chamados contactantes estão sendo orientados a comunicar imediatamente às autoridades sanitárias o surgimento de sintomas como febre alta repentina, dor de cabeça intensa, dores musculares e dores nas articulações.

Fonte: Portal Terra
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